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Últimas notícias BBOM 26/09/2013 As férias acabaram!

Será que as férias da BBOM acabaram ?

TV BBOM 25 09 2013 SERÁ QUE AS FÉRIAS ACABARAM? Com prazos estourados para seu retorno que parecia eminente logo após bloqueio do MP, alguns Associados da BBOM já começam a renovar as esperanças com essa TV BBOM.

Nessa TV BBOM do dia 25 de setembro, muitos participantes esperavam essa edição já com uma certa convicção de que não ouviriam algo diferente de:
“Estamos muito perto de sermos desbloqueados.”
“Nosso retorno é eminente”.
“Nossa equipe não está parada”.
“Estamos trabalhando”.
Entre outras, afirmações cativantes e otimistas.
O fato é que a empresa continua bloqueada, e mesmo que tenhamos total desejo e necessidade de que ela volte, isso não estava acontecendo pelo o que mostrava os últimos fatos.

Porém, ao que se pode entender no pronunciamento do presidente da empresa, é que a empresa realmente irá voltar e que as férias acabaram.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
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Últimas notícias sobre Telexfree e BBOM - 19/09/2013

Danilo Saúde, de 34 anos, continua a ser um líder da Telexfree , mas agora de uma equipe de descontentes.
O publicitário encabeça um grupo de 52 divulgadores que tenta fazer aquilo que os advogados da Telexfree não conseguiram até agora: derrubar a liminar (decisão provisória) que há 91 dias bloqueia as contas e atividades da empresa , acusada de ser a maior pirâmide financeira da História do País.
Para Danilo Saúde, assim como para muitos que estão no negócio, a acusação é falsa e a Telexfree, uma empresa de marketing multinível – modelo de varejo em que cada representante comercial autônomo ganha bônus pelas vendas de outros representantes autônomos.
“Eu não estou entendendo onde a Justiça quer chegar”, diz o divulgador (como são chamados os representantes da empresa). “Eu trabalhava com publicidade, hoje eu tenho só a Telexfree como minha fonte de renda principal.”
Recomeço
Danilo Saúde trabalhava com publicidade em Nanuque (MG), onde teve uma agência por 12 anos. Há cerca de três anos, depois de o negócio naufragar, migrou para Novo Hamburgo (RS). Para se reerguer financeiramente, tornou-se revendedor de um aparelho eletrônico que, segundo ele, ajuda a baixar a conta de energia elétrica dos outros. O orçamento do publicitário, porém, continuava ruim.

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quinta-feira, 19 de setembro de 2013
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Assistir Ana Maria Braga - Pirâmide - BBOM - Telexfree - 17/09/2013

Ao receber a procuradora da República Mariane Mello para alertar sobre o crime da pirâmide financeira, Ana Maria Braga fez uma confissão: “Era uma história que parecia que tinha um produto, era o negócio do Boi Gordo e eu quase entrei nessa, mas era um ganho que você fica desconfiada”.

A especialista, que mora em Goiás, relatou que o estado teve dois casos clássicos do crime. “Tivemos dois casos emblemáticos em Goiás, o caso do ‘Boi Gordo’ e o caso da ‘Avestruz Master’”, enfatizou a procuradora da República. Ela disse que a pirâmide do Boi Gordo deu um prejuízo de mais de R$ 2,5 bilhões para quem investiu.

“Quem investe primeiro sabe que se trata de uma pirâmide, os outros consumidores a gente tenta proteger. No caso da Avestruz Master, uma amostra grátis da avestruz existia realmente. A gente demorou a entender que era uma pirâmide. Quando se chegou a tomar as medidas, o prejuízo dos consumidores foi de 100%”, ressaltou ela.

Ela contou como as pessoas podem se prevenir do ato criminoso, ainda mais quando ele envolve produtos. “Como a pirâmide tem uma vida útil muito pequena, de um ano e meio a dois anos, o comerciante tem que ver se ele quer aquele produto, se usaria aquele produto, se tem apelo comercial, ou ele está comprando pela desculpa”, disse.

Mariane contou como é a punição para os casos. “Este dinheiro vai para a cúpula da pirâmide, e os donos da ideia podem ser processados e presos. Neste caso, a lei é muito antiga e precisa ser revista. A diferença do estelionato é que a vítima é conhecida. No caso da pirâmide, a vítima é uma sociedade, indeterminada, muito mais grave, e a pena é apenas de seis meses a dois anos de detenção. Estamos revendo”.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
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BBOM SUSPENSA! Últimas notícias da BBom 17/07/2013

A Justiça Federal de Goiás determinou a suspensão das atividades da empresa de rastreadores de veículos BBom e o bloqueio do cadastro de novos associados.

A decisão é da juíza federal substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, que no dia 10 de julho já havia determinado a indisponibilidade dos bens da empresa e de seus sócios por "robustos indícios" de pirâmide financeira, prática ilegal no país.

Segundo o despacho da juíza, "há evidências" de que o negócio trata-se de "pirâmide financeira". "Essa atividade desenvolvida pela empres,a aparentemente ilícita, merece ser suspensa, não devendo a liminar, contudo, atingir outras eventuais atividades desenvolvidas pela empresa", escreveu a magistrada.

Em nota, a BBom informou que "está tomando as providências judiciais cabíveis para retirar todo e qualquer impedimento às suas atividades" e diz estar "à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos que forem solicitados". A BBom sempre negou irregularidades ou a prática de pirâmide e se identifica como "empresa especializada em canal de vendas direta e marketing multinível".
 
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quarta-feira, 17 de julho de 2013
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TELEXFREE! Últimas notícias da Telexfree 17/07/2013

Empresas se unem no RN para lançar campanha de legalização.
Alvo de investigações por parte do Ministério Público do Estado as empresas de marketing multinível se unem no Rio Grande do Norte para lançar campanha de legalização do segmento. A informação foi repassada pelo executivo da Bbom e dono de franquia da Unepxmil, que vende rastreadores, Victor Hugo Noé. “É importante ter investigações para que possa dar maior clareza e conhecimento as atividades do marketing multinível, ainda pouco conhecido no país. Nem a justiça sabe bem como lidar o negócio MMN”, disse Victor Hugo. O MPE/RN instaurou inquérito civil para apurar as atividades da TelexFree, BBom, NNEX, Priples, Cidiz e Multiclick Brasil.

Na última semana, a Justiça Federal decretou a indisponibilidade dos bens da BBOM, pertencente ao Grupo Embrasystem, bem como dos bens dos sócios proprietários dessas empresas. O Procon/RN abriu ação para apurar irregularidades na relação entre um investidor e empresa, que denunciou prejuízo com o não repasse de pagamentos. A Telexfree permanece impedida de realizar pagamentos e ter novas adesões, em todo o país As empresas são investigadas por indícios de pirâmide financeira.


Para o consultor do Sebrae, Carlos Von Sohsten, esse é um tema complexo. Os conceitos de empresas de marketing direto, vendas diretas com empresas de marketing multinível ou pirâmides são comumente confundidos. É preciso separar cada segmento e atentar para os detalhes da oportunidade oferecida, quem está por trás e quais são as “promessas”. “Em geral, os esquemas de marketing multinível têm causado mais prejuízos do que bons resultados, para a maioria dos participantes”, diz o consultor de negócios do Sebrae.

No marketing multinível, o faturamento é calculado sobre as vendas de produtos ou serviços que sustentam o negócio. Já no esquema denominado “pirâmide financeira”, considerado crime no Brasil, os participantes são remunerados somente pela indicação de outros indivíduos para o sistema, sem levar em consideração a real geração de vendas de produtos.

A modalidade, segundo o economista e coordenador do curso de Gestão Financeira da Universidade Potiguar (UnP), Janduir Nóbrega, não se sustenta por não haver uma relação comercial ou de consumo. “Diferente das demais relações, não há um produto sendo fabricado, comercializado e mesmo um consumidor final. Não atende, teoricamente, as leis comerciais”, afirma. Um dos principais investidores da empresa Telexfree no Estado, o delegado e professor de direito Heraclito Noé, pondera que há muito desinformação em relação ao novo tipo de negócio, que é lícito. “As pessoas tendem a ver o novo, o desconhecido, como algo que cheira mal. Mas esta é uma nova oportunidade de negócios, em um novo ambiente: a internet, com melhor geração de renda e com muito trabalho”, afirma.

A rede mundial de computadores é usada como mecanismo de divulgação e vendas, que permite os divulgadores a trabalharem com maior flexibilidade de horários e em ambientes diversos. “Há uma cultura de se achar justo somente o dinheiro que vem suado, do cabo da enxada, mas há outras formas honestas. É um novo momento”, observa. Noé admite que hoje a principal renda vem do MMN, mesmo se dedicando à noite e finais de semana.

terça-feira, 16 de julho de 2013
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BBOM! ÚLTIMAS NOTÍCIAS DA BBOM 15/07/2013 Segunda


A BBom é considerada pelo Ministério Público Federal em Goiás como o tapume para a construção de uma pirâmide financeira que, em menos de seis meses, angariou irregularmente 300 mil investidores e ajudou um grupo a amealhar R$ 300 milhões – fora uma centena de carros, inclusive duas Ferraris, quatro Lamborghinis e um Rolls Royce.

Dono da marca BBom, João Francisco de Paulo diz ao iG também ter ficado surpreso com o sucesso do negócio. Mas ele faz questão de qualificar a empresa como um sistema de marketing multinível perfeitamente legal. A estratégia de varejo, conta, foi a escolhida para turbinar as vendas dos serviços de monitoramento e rastreamento que sua Embrasystem fornece há cinco anos. A Embrasystem não é fabricante. Os equipamentos são adquiridos de outras empresas – uma brasileira e outra americana.

"Foi muito maior do que a gente imaginava e também nos assustou. E por isso nós temos hoje 1,5 milhão de equipamentos [ vendidos ]", diz ele, com o argumento de que usa as taxas de adesão pagas pelos associados para comprar, junto aos fornecedores, mais produtos para comercializar. "Seria, sim, criminoso se eu estivesse recebendo [ taxas de adesão ] das pessoas e não comprasse equipamentos."

Nesta entrevista, concedida na quarta-feira (10) horas depois de a 4ª Vara Federal de Goiás anunciar o bloqueio de seus bens e os da Embrasystem , Paulo acusa pessoas "mal intencionadas" de plantarem informações falsas contra a empresa. Isso, argumenta, é que motivou promotores, procuradores da República e, liminarmente, a Justiça, a colocarem a Embrasystem, ao lado da Telexfree , no alvo de uma força-tafera que investiga ao menos outros 11 negócios suspeitos de serem pirâmides financeiras.

"Eu sei quem foi", diz, com a promessa de revelar os nomes no futuro. "Mas acho que o Ministério Público e a Justiça estão corretíssimos [ em investigar ] pois vão separar o joio do trigo", afirma.

O empresário também nega que a Embrasystem tenha relações com a Telexfree e também recusa a informação de que já foi processado por crimes financeiros. Leia abaixo trechos da entrevista.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
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URGENTE BBOM! ÚLTIMAS NOTÍCIAS DA BBOM 14/07/2013 Domingo

A BBom é considerada pelo Ministério Público Federal em Goiás como o tapume para a construção de uma pirâmide financeira que, em menos de seis meses, angariou irregularmente 300 mil investidores e ajudou um grupo a amealhar R$ 300 milhões – fora uma centena de carros, inclusive duas Ferraris, quatro Lamborghinis e um Rolls Royce.
Dono da marca BBom, João Francisco de Paulo diz ao iG também ter ficado surpreso com o sucesso do negócio. Mas ele faz questão de qualificar a empresa como um sistema de marketing multinível perfeitamente legal. A estratégia de varejo, conta, foi a escolhida para turbinar as vendas dos serviços de monitoramento e rastreamento que sua Embrasystem fornece há cinco anos. A Embrasystem não é fabricante. Os equipamentos são adquiridos de outras empresas – uma brasileira e outra americana.
"Foi muito maior do que a gente imaginava e também nos assustou. E por isso nós temos hoje 1,5 milhão de equipamentos [ vendidos ]", diz ele, com o argumento de que usa as taxas de adesão pagas pelos associados para comprar, junto aos fornecedores, mais produtos para comercializar. "Seria, sim, criminoso se eu estivesse recebendo [ taxas de adesão ] das pessoas e não comprasse equipamentos."
Nesta entrevista, concedida na quarta-feira (10) horas depois de a 4ª Vara Federal de Goiás anunciar o bloqueio de seus bens e os da Embrasystem , Paulo acusa pessoas "mal intencionadas" de plantarem informações falsas contra a empresa. Isso, argumenta, é que motivou promotores, procuradores da República e, liminarmente, a Justiça, a colocarem a Embrasystem, ao lado da Telexfree , no alvo de uma força-tafera que investiga ao menos outros 11 negócios suspeitos de serem pirâmides financeiras.
"Eu sei quem foi", diz, com a promessa de revelar os nomes no futuro. "Mas acho que o Ministério Público e a Justiça estão corretíssimos [ em investigar ] pois vão separar o joio do trigo", afirma. 
O empresário também nega que a Embrasystem tenha relações com a Telexfree e também recusa a informação de que já foi processado por crimes financeiros. Leia abaixo trechos da entrevista.

O MInistério Público Federal no Acre e o Ministério Público daquele Estado afirmam que a Embrasystem [ dona da marca BBom ] e a BBrasil [ outra empresa do grupo ] são pirâmide financeira. De fato são e, se não, por quê?
O procurador [ da República ] não trabalhou nessa investigação. Ele trabalhou em cima de informações de pessoas mal intencionadas. Primeiro ponto: falaram que os nossos rastreadores não são homologados. Todos são homologados. Segundo, nossos equipamentos só usam chips da Tim, da Vivo e da Claro [ que são homologados ]. Terceiro, nós temos um 1,5 milhão de equipamentos [ de rastreamento ] adquiridos. Desse 1,5 milhão de equipamentos provém um faturamento de R$ 120 mihões por mês para a Unepxmil [ nome fantasia da Embrasystem pelo qual são comercializados os serviços de monitoramento e rastreamento ], que está se tornando a maior operadora de rastreamento do mundo. Com R$ 120 milhões eu pago durante quatro meses [ todos os cerca de 300 mil associados]. Não é pirâmide financeira. Se a Justiça está imaginando que é pirâmide financeira, tem que começar a prender todo mundo, inclusive os banqueiros. Estamos na área de rastreamento há cinco anos, mas nossa empresa tem 17 anos no mercado. Todos os nossos prédios são próprios, temos mais de 700 funcionários, uma das bases mais modernas de monitoramento do País é a nossa.
Mas o que o MPF argumenta é que, embora o equipamento seja homologado, a Embrasystem não teria autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para comercializar e operar esse tipo de equipamento.
Nenhuma [ empresa de monitoramento ] tem autorização para fazer isso. Não existe uma autorização específica da Anatel para fazer monitoramento. Nós não transmitimos dados, nós trabalhamos com informações transmitidas por operadoras [ de telefonia ]. Se eles pensarem dessa forma, vão ter de fechar todas as operadoras na área de rastreamento e vão criar um colapso aqui no Brasil.
O MPF diz que que a empresa movimentou R$ 300 mil no ano passado e R$ 100 milhões em março de 2013. Isso não é um aumento que levanta suspeita?
Não. Primeiro que não foram R$ 300 mil [ em 2012 ]. Hoje eu faturo R$ 2 milhões só em venda de franquia. O faturamento global da empresa foi muito além do que eles estão dizendo. Agora, que o marketing multinível me surpreendeu – e por isso que [ se ] está colocando em xeque –, surpreendeu. Nós lançamos o marketing multinível em fevereiro para alavancar [ a empresa ], porque eu precisava de comodatar [ fornecer a franqueados para que façam a instalação de ] equipamentos. Empresas estrangeiras estavam chegando no Brasil e colocando equipamento comodatado de graça. Eu ia morrer.. As empresas começaram a modificar, colocar um plus , um seguro, um valor maior, diluir o valor dos equipamentos em 12 meses. E eu não tinha capacidade financeira para isso. Quando eu conheci o marketing multiível foi uma benção porque de repente eu consegui colocar um monte de equipamento para funcionar. Pois dava condições de comodatar  para as pessoas e hoje nós somos uma das únicas empresas que eu não cobro valor agregado na mensalidade. Faço o comodato sem custo nenhum, a não ser da instalação. [ O avanço nos negócios ] foi muito maior do que a gente imaginava e também nos assustou. E por isso nós temos hoje 1,5 milhão de equipamentos. Seria sim criminoso se eu estivesse recebendo das pessoas e não comprasse equipamentos para comodatar. Aí, sim, eu não ia ter caixa para pagar ninguém.
O senhor sabe quem são essas pessoas [ que supostamente acusaram a empresa ]?
Eu sei quem foi. São empresas que sonegam impostos, devem milhões para o governo, estão sendo acionadas e se uniram para fazer denúncias criminosas. E tem quem ouve. Mas acho que o Ministério Público e a Justiça estão corretíssimos pois vão separar o joio do trigo. O que eu vou falar, vou falar com propriedade. Eu vou falar o nome das empresas.
Tanto na decisão que bloqueou os bens da Telexfree quanto na da BBom, a Justiça argumenta que o faturamento vem das taxas de adesão, e não da venda de equipamentos. Se a taxa causa tanto problema, por que a BBom cobra? E o que ela representa no faturamento da empresa?
Eu uso dinheiro da taxa para comprar novos equipamentos. Para você ter uma ideia: eu vendi equipamento no ano passado por R$ 899 ecomodatava  por R$ 450 cada equipamento. Às vezes eu dividia nas cinco primeiras parcelas o comodato dos equipamentos. Hoje eu uso a taxa para comprar equipamentos. Então eu pago comissionamento [ aos associados ] e com parte eu compro equipamento. Por que as empresas de marketing multinível cobram a taxa de adesão? Porque elas precisam se manter. É diferente de outras empresas em que você compra um produto superfaturado. Só de franquia a nossa previsão de faturamento é de R$ 100 milhões por mês. A nossa previsão é de 5 mil franquias até o fim do ano. Vendemos uma taxa de 10 a 20 franquias por dia. O problema é que nós, brasileiros, estamos acostumados a ganhar R$ 5 mil, R$ 10 mil por mês. Quando [ se ] ganha muito dinheiro, vira crime no Brasil.
Hoje os senhores têm quantas franquias?
Quase 2 mil. Nós somos a segunda maior franqueadora do País.
O senhor se arrepende de usar o marketing multinível?
Não me arrependo porque eu não desisto das pessoas, porque é um negócio legítimo, não é um negócio que busca só dinheiro para depois estourar lá na frente. Se eu tivesse tido consciência, eu já teria feito com marketing multinível no ano de 2008, quando comecei a mexer com rastreador. Quem enxergou isso antes foram banqueiros, usineiros e grandes empresários, e nós enxergamos isso agora e por isso somos a bola da vez na área de acusação. Não me arrependo e não vou sair mais desse mercado, porque é um mercado justo, social e que traz benefícos para muitas famílas no País.
Quantos equipamentos há em funcionamento hoje?
Não tenho essa informação para te passar, pois muda toda hora. Mas habilitamos hoje de 5 mil a 10 mil equipamentos por dia.
O Ministério Público Federal investiga na mesma ação uma transferência de recursos entre a BBom e a Telexfree. As duas empresas têm algum tipo de relação?
Nunca tiveram. Nunca houve transferência entre Telexfree e BBom. A Telexfree virou inimiga também não sei por quê. Mas se pedirem minha ajuda, eu vou lá. Nunca tivemos nenhum contato comercial ou financeiro [ com a Telexfree ]. Isso foi plantado para o Minstério Público por esses criminosos dessas empresas sonegadoras.
Segundo o Ministério Público Federal, o senhor já respondeu a processos por crimes financeiros.
É falsa essa a informação. Já fui funcionário de uma empresa há uns anos, de onde eu trouxe o Unepxmil. Eu que implantei processo de rastramento nessa empresa como empregado admitido, [ mas] os gestores da empresa não gostaram da ideia porque era uma responsabilidade muito grande. E houve algumas pessoas que usaram essa empresa de modo indevido e eu acabei respondendo a um processo junto com os donos, mas que não é nada disso [ crime financeiro ]. De qualquer forma, a empresa está devolvendo todos os valores a todas as pessoas. É um grupo forte e não tem interesse em dar prejuízo para ninguém. Estã fazendo acordo e devolvendo dinheiro. Se houve processo no meu nome, eu já estou respondendo mas indevidamente porque eu não era dono da empresa. Eu não tinha gestão, controle da coisa. Plantaram, fizeram dossiê, falaram que eu era dono.

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domingo, 14 de julho de 2013
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BBOM! ÚLTIMAS NOTÍCIAS DA BBOM 11/07/2013

 

A BBom teve as contas bloqueadas pela Justiça Federal por suspeita de ter constituído uma pirâmide financeira. A liminar – decisão temporária – foi expedida nesta quarta-feira (10). A empresa, que tem cerca de 300 mil associados, é a segunda a ter as transações financeiras suspensas por esse motivo nas últimas 3 semanas.

Ao todo, foram congelados R$ 300 milhões e a transferência de quase cem carros, dos quais duas Ferraris, um Rolls Royce e quatro Lamborghinis, segundo o procurador da República Helio Telho, um dos responsáveis pela ação.

Os pagamentos aos associados – como são conhecidos os revendedores da BBom – devem ser prejudicados pela medida, afirma Telho.

A decisão atinge as contas da Embrasystem, que usa os nomes fantasias BBom e Unepxmil, e da BBrasil Organizações e Métodos LTDA, bem como os bens dos sócios proprietários de ambas.


Em entrevista ao iG , o diretor da BBom, Ednaldo Bispo, afirma não ter tido ainda acesso à decisão, mas nega irregularidades e diz que os pagamentos da empresa aos seus associados continuam normalmente.

"Eu penso que o nosso modelo [ de negócios ] não foi devidamente esclarecido. E eu até entendo a posição da Justiça. A gente não gosta, mas entende", afirma Bispo. "Vai ser a grande oportunidade de mostrar como [ a empresa ] funciona."
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Posted by DIETA DAS SOPAS
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NOTÍCIAS TELEXFREE! Últimas notícias da Telexfree 09/07/2013 terça feira

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Caso Telexfree: marketing multinível não é pirâmide financeira, diz especialista

SÃO PAULO – O caso da TelexFree, que está sendo investigada pelo Ministério da Justiça sob suspeita de pirâmide financeira, reacendeu a discussão sobre este tipo de “golpe” contra a economia popular.

De acordo com a advogada Sylvia Urquiza, especialista em Direito Penal Empresarial do escritório Urquiza, Pimentel e Fonti Advogados, o marketing multinível não configura crime e muitas empresas adotam essa estratégia de forma lícita e bem sucedida.

O conceito de marketing multinível é o da distribuição de produtos e serviços por meio da indicação de distribuidores independentes, que recebem um bônus por isso. No entanto, é preciso ficar atento quando existe uma pirâmide financeira disfarçada de Marketing Multinível.

“O limite entre o lícito e o ilícito é muito estreito e cada caso tem que ser analisado unicamente. A generalização do marketing multinível como conduta criminosa é perigosa. A pirâmide financeira criminosa, travestida de marketing multinível, é basicamente um modelo comercial não-sustentável, no qual o sucesso financeiro e a remuneração dos líderes dependem mais das taxas de adesão — que podem tomar forma, inclusive, de aquisição prévia de produto, pagamento por treinamento, entre outras — devidas pelos membros recrutados, do que da renda e comissão sobre as vendas dos produtos e serviços oferecidos ao consumidor final, que não participa da empresa”, explica Sylvia.


De acordo com ela, nos casos de pirâmide, as chances de a empresa falir em poucos anos é grande e a estimativa é de que mais de 85% dos integrantes tenham apenas prejuízos – os únicos que ganham são aqueles que estão nos níveis mais elevados da pirâmide, normalmente poucos. “Ao utilizar os produtos ou serviços oferecidos apenas como mote para receber o pagamento de adesão dos novos membros, a sustentabilidade do negócio praticamente se restringe ao recrutamento cada vez maior de novos integrantes, em uma escala exponencial e em um fluxo sem fim que logo se mostram inviáveis, exatamente como acontece nas pirâmides financeiras, dependentes exclusivamente da contribuição monetária de cada um dos participantes”, destaca a advogada.

Ela lembra ainda que na pirâmide financeira não há finalidade lícita de negócio, apenas a intenção de lucros elevados e rápidos, principalmente para os idealizadores da empresa. Para isso, é feito recrutamento enganoso de muitas pessoas, o que se caracteriza como conduta criminosa.

A advogada ressalta que Lei 1.521, que trata dos crimes contra a economia popular, prevê penas de seis meses a dois anos de detenção para práticas de obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos — ‘bola de neve’, ‘cadeias’ e quaisquer outros equivalentes.

“Os esquemas fraudulentos podem, ainda, configurar lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, delitos cujas penas são mais severas, chegando a 10 anos de reclusão e multa”, finaliza.

terça-feira, 9 de julho de 2013
Posted by DIETA DAS SOPAS

TELEXFREE URGENTE! Últimas notícias da Telexfree sexta 05/07/2013

A Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Decco) do Acre instaurou um inquérito para investigar se os sócios da Telexfree cometeram crime contra a economia popular e lavagem de dinherio, entre outros delitos. É ao menos a segunda investigação criminal em andamento contra a empresa, suspeita de ter ser usada para criar uma pirâmide financeira de grandes proporções no Brasil e no exterior.

A determinação é do Ministério Público do Acre (MP-AC), órgão que já vem investigando a Telexfree na esfera civil. A abertura do inquérito policial, feita a pedido do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP-AC, significa a entrada da esfera criminal do órgão nessas investigações.

ATENÇÃO!
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Posted by DIETA DAS SOPAS

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